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Ciência · Mata Atlântica · Espírito Santo

O museu de Ruschi: de uma chácara em Santa Teresa ao Instituto Nacional da Mata Atlântica

Em 1939, um jovem naturalista trocou orquídeas por um pedaço de floresta. Dele nasceram um museu, uma estação biológica e uma reserva federal; o museu virou o Instituto Nacional da Mata Atlântica. Esta história conta esse caminho pelos artigos do próprio instituto, olha os quatro lugares de satélite de 1985 a 2025 e mede o que o GBIF guarda de cada um: quanto, de quê, e com que qualidade.

Carregando os números…

—de história, de 1949 a hoje medido
—registros no GBIF nos quatro lugares medido
—registros do GBIF a até 100 m do museu medido
—da Reserva Augusto Ruschi coberta de floresta em 2025 medido

medido por satélite, por contagem no GBIF ou pela própria geometria; os fatos históricos vêm dos artigos citados. estimado uma leitura que depende de uma escolha (um raio, uma janela). ausente uma parte que não respondeu desta vez.

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Uma serra capixaba

Santa Teresa fica na região Central Serrana do Espírito Santo, definida pela Lei Estadual 9.768/2011 com mais quatro municípios: Itaguaçu, Itarana, Santa Leopoldina e Santa Maria de Jetibá. São cerca de 317 mil hectares de relevo acidentado, com altitude média de 584 m e máxima de 1.419 m, colonizados por imigrantes italianos e pomeranos. A região tem uma das maiores quantidades de registros de biodiversidade da Mata Atlântica, em boa parte porque um museu de biologia trabalha ali desde 1949.

2

Um menino que colecionava

Augusto Ruschi (1915–1986) coletava plantas e bichos desde menino. Interessado sobretudo em orquídeas e bromélias, mantinha uma coleção viva em ripados na chácara Anitta, no centro de Santa Teresa, que viria a ser o Museu de Biologia Professor Mello Leitão. Formou-se em agronomia (1940) e em direito (1950), e entrou no Museu Nacional, no Rio, como assistente voluntário de botânica em 1939.

3

Orquídeas trocadas por floresta

Em dezembro de 1939, a diretora do Museu Nacional, Heloísa Alberto Torres, escreveu que acabara de comprar de Ruschi, por quinze contos de réis, uma coleção de 426 espécies de orquídeas de Santa Teresa. O rapaz, que "vive debaixo do receio de que essas matas venham a ser derrubadas", ofereceu o dinheiro à Sociedade dos Amigos do Museu Nacional para comprar "a melhor mata do Município" e instalar ali uma estação biológica. Assim começou o que hoje é a Estação Biológica de Santa Lúcia.

4

A primeira escritura

A compra não foi simples: os vendedores escrituraram as terras em nome de Ruschi, em janeiro de 1941, com a obrigação de doá-las à Sociedade dos Amigos do Museu Nacional. Foram 129 hectares de "florestas e pedreiras". Até 1960 a estação ganharia mais terras por doação e por compra; os documentos misturam o Museu Nacional e a sociedade de amigos como donos, uma confusão que voltaria nos anos 1970.

5

O Museu de Biologia Prof. Mello Leitão

Em 1949, Ruschi fundou em Santa Teresa um museu particular de história natural e o batizou em homenagem ao mentor e amigo Cândido Firmino de Mello Leitão, zoólogo do Museu Nacional conhecido pelos estudos de aranhas e escorpiões. Foi o primeiro instituto capixaba de pesquisa biológica. O herbário que Ruschi começara em 1940, e as outras coleções, passaram a ser do museu.

6

Um governador mais generoso que o pedido

Em 1952, avisado de que vizinhos mediam matas junto à estação, Ruschi acionou o governador Jones dos Santos Neves, e o Museu Nacional pediu cerca de 80 hectares contíguos de "terra virgem". O governador cedeu o dobro: 1.560.000 m², ou 156 hectares; a doação foi aprovada pela universidade em 28 de julho de 1953. A escritura, porém, nunca foi retirada do cartório, e o processo se perdeu nas mudanças de diretoria.

7

Um herbário na parte baixa do terreno

Em 1954 foi inaugurado o Pavilhão de Botânica Florestal Dr. Graciano dos Santos Neves, na parte mais baixa do terreno do museu, junto ao muro da Rua José Ruschi. Recebeu também amostras da Secretaria de Agricultura, para a qual Ruschi levantou as áreas florestadas do estado. Em 1959 o herbário tinha cerca de 3 mil exsicatas, trocadas com instituições do Brasil e do exterior.

8

Três donos, uma estação

Com dinheiro em parte doado pelo jornalista e empresário Assis Chateaubriand, dono dos Diários Associados, Ruschi comprou em junho de 1960 mais 28 hectares de um lavrador e 25 de seu irmão Alexandre, e deu ao conjunto o nome de Estação Biológica de Santa Lúcia. Somados os 129 hectares de 1941 e os 156 de 1953, eram cerca de 338 hectares, de três donos diferentes: a sociedade de amigos, o Museu Nacional e o museu de Ruschi.

9

Muito além de Santa Teresa

O museu teve papel decisivo na criação ou consolidação das primeiras unidades de conservação do Espírito Santo: a do rio Itaúnas (hoje Parque Estadual de Itaúnas), a do Córrego do Veado (hoje Reserva Biológica), a de Nova Lombardia, rebatizada Reserva Biológica Augusto Ruschi, e a Reserva Biológica de Comboios, criada pelo decreto estadual 1.376, de 22 de junho de 1953, por sugestão de Ruschi. Em Comboios, as invasões que ele denunciou nos anos 1970 o puseram em choque com o governo do estado.

10

Palmito, agrimensores e uma caravana

Em 1972, uma firma de palmito, a Planitec, pediu ao estado 100 hectares em Santa Lúcia, dentro da área que Ruschi reclamava; o agrimensor do estado era parente dos sócios. Em 1975, um agrônomo do governo achou árvores numeradas com plaquetas de cobre e recomendou manter a mata, "porque nasce aí o Rio Timbuí", mas como terra do estado. Em 1977 Ruschi barrou os agrimensores, obteve na justiça um interdito proibitório sobre 279 hectares e levou a briga aos jornais: uma Caravana Ecológica entregou ao governador cerca de 5 mil assinaturas em 2 de outubro. Em 21 de outubro, o estado cedeu ao Museu Nacional a posse da área "ad eternum", para ensino, pesquisa e preservação, guardando a propriedade.

11

Quarenta anos de herbário debaixo d'água

Em 1979, depois de 45 dias de chuva, o rio Timbuí inundou Santa Teresa "a ponto de poder andar de barco por todas as ruas". O pavilhão de botânica, na parte baixa do terreno, ficou debaixo d'água, e Ruschi perdeu mais de 20 mil exsicatas catalogadas, boa parte delas material-tipo. Só sobraram as duplicatas emprestadas a outros herbários.

12

Nova Lombardia, depois Augusto Ruschi

A reserva de Nova Lombardia, ao norte da cidade, virou reserva biológica federal; o Cadastro Nacional de Unidades de Conservação a registra como criada em 1982, com 3.540 hectares, e ela leva hoje o nome do fundador do museu. É ali que se registrou a maior diversidade de epífitas vasculares do Brasil, 356 espécies, sobretudo orquídeas e bromélias.

13

Do particular ao público

Em 1983 o museu foi incorporado à Fundação Nacional Pró-Memória, do Ministério da Cultura. Com pesquisadores e auxiliares de campo contratados, o herbário foi reconstruído a partir da floresta da região central do estado. Ruschi morreu em 1986. Em 1998, com 5 mil exemplares, o herbário entrou no Index Herbariorum com a sigla MBML.

14

O herbário sobe o morro

Em dezembro de 2000 o Timbuí subiu cerca de 3,6 m e inundou de novo as construções baixas do terreno, até 2 m de água. O herbário tinha 16.848 exemplares e 80% deles foram atingidos. Depois de secar e remontar cada exsicata, a coleção foi levada para a parte mais alta do terreno, a casa de Augusto Ruschi, onde está até hoje.

15

O museu vira instituto nacional

A Lei 12.954, de 5 de fevereiro de 2014, transformou o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão no Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com suas coleções científicas. O instituto divide a gestão de Santa Lúcia com a UFRJ e a sociedade de amigos do Museu Nacional. Em outubro de 2021 o herbário somava 55.048 registros de 6.606 espécies de plantas, 1.231 deles tipos nomenclaturais, e documentava 352 espécies ameaçadas.

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443 espécies de árvores num hectare

Em Santa Lúcia, um estudo de 1997 contou 443 espécies de árvores num único hectare de floresta, entre 600 e 900 m de altitude. O herbário guarda 2.197 espécies coletadas nas áreas protegidas de Santa Teresa: Santa Lúcia, o Parque Natural Municipal São Lourenço e a Reserva Augusto Ruschi. Santa Teresa é o município mais estudado da região; mais da metade dos trabalhos é sobre fauna, sobretudo insetos, anfíbios e mamíferos.

17

Quatro lugares, duas escalas

Daqui em diante a história lê, com satélite e com o GBIF, os quatro lugares que o instituto cuida: o terreno do museu, no centro da cidade; o Ecoparque, que hoje faz parte do instituto; a Estação de Santa Lúcia; e a Reserva Augusto Ruschi.

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Antes e depois

Arraste a barra: à esquerda, Landsat 5 por volta de 1986; à direita, Sentinel-2 em 2025.

19

2008, a data do Código Florestal

Arraste a barra: à esquerda, 2008, o ano de referência do Código Florestal; à direita, Sentinel-2 em 2025.

20

A terra, de 1985 a 2025

MapBiomas Coleção 11: no mapa, 1985 e 2025 sob a barra; no gráfico, cada ano.

21

A floresta que voltou

No mapa, a década em que cada pixel de vegetação secundária de hoje começou a crescer; no gráfico, primária, secundária e uso humano em cada ano.

22

O que o GBIF registra aqui

Pela ferramenta GBIF do Naturametrics: registros e espécies em círculos de 0,1 a 5 km em volta do ponto.

23

Os registros no mapa

Cada ponto é uma coordenada do GBIF, com a cor do reino e o tamanho do número de registros.

24

Milhares de registros num só ponto

Cada círculo é uma coordenada exata que reúne muitos registros, do tamanho do número.

25

Antes e depois

Arraste a barra: à esquerda, Landsat 5 por volta de 1986; à direita, Sentinel-2 em 2025.

26

2008, a data do Código Florestal

Arraste a barra: à esquerda, 2008, o ano de referência do Código Florestal; à direita, Sentinel-2 em 2025.

27

A terra, de 1985 a 2025

MapBiomas Coleção 11: no mapa, 1985 e 2025 sob a barra; no gráfico, cada ano.

28

A floresta que voltou

No mapa, a década em que cada pixel de vegetação secundária de hoje começou a crescer; no gráfico, primária, secundária e uso humano em cada ano.

29

O que o GBIF registra aqui

Pela ferramenta GBIF do Naturametrics: registros e espécies em círculos de 0,1 a 5 km em volta do ponto.

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Os registros no mapa

Cada ponto é uma coordenada do GBIF, com a cor do reino e o tamanho do número de registros.

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Antes e depois

Arraste a barra: à esquerda, Landsat 5 por volta de 1986; à direita, Sentinel-2 em 2025.

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2008, a data do Código Florestal

Arraste a barra: à esquerda, 2008, o ano de referência do Código Florestal; à direita, Sentinel-2 em 2025.

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A terra, de 1985 a 2025

MapBiomas Coleção 11: no mapa, 1985 e 2025 sob a barra; no gráfico, cada ano.

34

A floresta que voltou

No mapa, a década em que cada pixel de vegetação secundária de hoje começou a crescer; no gráfico, primária, secundária e uso humano em cada ano.

35

Cortes e rebrotas, ano a ano

Os eventos anuais do MapBiomas: desmatamento de vegetação primária e secundária, e rebrota.

36

Fogo

Área queimada por ano, MapBiomas Fogo.

37

O que o GBIF registra aqui

Pela ferramenta GBIF do Naturametrics: registros e espécies em círculos de 0,1 a 5 km em volta do ponto.

38

Os registros no mapa

Cada ponto é uma coordenada do GBIF, com a cor do reino e o tamanho do número de registros.

39

Quando se registrou

Registros por ano de coleta ou observação, dentro da área.

40

Antes e depois

Arraste a barra: à esquerda, Landsat 5 por volta de 1986; à direita, Sentinel-2 em 2025.

41

2008, a data do Código Florestal

Arraste a barra: à esquerda, 2008, o ano de referência do Código Florestal; à direita, Sentinel-2 em 2025.

42

A terra, de 1985 a 2025

MapBiomas Coleção 11: no mapa, 1985 e 2025 sob a barra; no gráfico, cada ano.

43

A floresta que voltou

No mapa, a década em que cada pixel de vegetação secundária de hoje começou a crescer; no gráfico, primária, secundária e uso humano em cada ano.

44

Cortes e rebrotas, ano a ano

Os eventos anuais do MapBiomas: desmatamento de vegetação primária e secundária, e rebrota.

45

Fogo

Área queimada por ano, MapBiomas Fogo.

46

O que o GBIF registra aqui

Pela ferramenta GBIF do Naturametrics: registros e espécies em círculos de 0,1 a 5 km em volta do ponto.

47

Os registros no mapa

Cada ponto é uma coordenada do GBIF, com a cor do reino e o tamanho do número de registros.

48

Quando se registrou

Registros por ano de coleta ou observação, dentro da área.

49

Onde estão os registros

Registros do GBIF por quadrícula de 0,01° (≈1 km), de Santa Teresa à reserva.

50

Quem publica

As instituições que publicaram os registros de cada lugar.

51

Espécime ou observação

A base de cada registro: espécime de coleção, observação humana, máquina.

52

Quão preciso é o ponto

Quantos registros dizem a incerteza da própria coordenada.

53

Identificado até espécie

Quanto de cada lugar foi identificado até espécie.

54

Os alertas do próprio GBIF

Os alertas que o GBIF anexa aos registros ao processá-los.

55

Décadas de registros

Registros por década, em cada lugar.

56

Aves, plantas, insetos

As classes com mais registros em cada lugar.

57

Registros de espécies ameaçadas

Registros por categoria da Lista Vermelha da IUCN.

58

O que só um lugar tem

Espécies registradas em um só dos quatro lugares, e nos quatro.

59

Lado a lado

Terra e registros dos quatro lugares numa tabela.

60

A serra inteira

A década em que começou cada pedaço de vegetação secundária de hoje, na região dos quatro lugares.

61

De onde veio cada número

Os dados e as fontes desta página.

umaterra.com.br · Mello Leitão · INMA
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O que esta história não diz

Outra história: Jamanxim e Martírios, no Pará →

Escrito com o Claude Opus 5.5, da Anthropic, a partir dos artigos citados e dos números que o Yvynation, o Naturametrics e o Earth Engine calcularam: nenhum fato ou número sai do modelo. English version.

Notas e referências

  1. Biondo, L. M., Saiter, F. Z., & Vasconcelos, S. S. (2024). A região Central Serrana do Estado do Espírito Santo: aspectos geográficos e transformação da paisagem de um hotspot de biodiversidade. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (Série INMA), 1. doi:10.70525/2024.2
  2. Gonçalves, A. S., & Fernandez, F. S. (2024). Conflito pelo uso da terra e proteção à natureza no Espírito Santo: o caso da Estação Biológica de Santa Lúcia. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (Série INMA), 1. doi:10.70525/2024.3
  3. Tuler, A. C., Couto, D. R., Ramos, E., Zorzanelli, J. P. F., Freitas, J., Ribeiro, R. S., Fernandes, H. Q. B., & Coelho-Ferreira, M. R. (2024). Herbário Museu de Biologia Professor Mello Leitão (MBML): passado, presente e futuro. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (Série INMA), 1. doi:10.70525/2024.10 O estudo de 443 espécies de árvores é Thomaz & Monteiro (1997) e o de 356 epífitas, Marcusso et al. (2022), citados nesse artigo.
  4. Freitas, J. L., Rivero, A. C., & Silva, F. M. (2024). A produção científica sobre a biodiversidade da região Central Serrana do Espírito Santo. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (Série INMA), 1. mbml.sisdoc.com.br
  5. Santos, C. V., Ramos, E., Zorzanelli, J. P. F., & Coelho-Ferreira, M. R. (2024). Usos tradicionais, consolidados e potenciais da flora da Mata Atlântica da região de Santa Teresa, Espírito Santo. Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (Série INMA), 1. mbml.sisdoc.com.br
  6. Lei nº 12.954, de 5 de fevereiro de 2014, que cria o Instituto Nacional da Mata Atlântica.
  7. Cobertura da terra e desmatamento/vegetação secundária: MapBiomas, Coleção 11. Souza et al. (2020), Remote Sensing 12, 2735.
  8. Área queimada: MapBiomas Fogo, Coleção 5. Alencar et al. (2022), Remote Sensing 14, 2510.
  9. GBIF.org, busca de ocorrências (contagens por faceta, sem baixar registros), consultada na data indicada no topo da página. Cada registro tem a citação do conjunto de dados que o publicou em gbif.org.
  10. Limite e ano de criação da Reserva Biológica Augusto Ruschi: Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC/MMA), como lido pelo Yvynation.
  11. Terreno do museu, Ecoparque e Santa Lúcia não têm limite no cadastro nacional: cada um é lido num círculo de área fixa em volta do ponto (12, 30 e 440 ha; os 440 ha de Santa Lúcia são a área citada em Gonçalves & Fernandez, 2024). O círculo é uma janela de leitura, não um limite.
  12. Lei 12.651/2012 (Código Florestal), art. 3º, IV: área rural consolidada é a ocupada antes de 22 de julho de 2008. A imagem de 2008 é Landsat 5 (30 m), mediana das estações secas de 2007 a 2009.